quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Prosa à beira da estrada

perguntou-me se estava amando
disse-lhe: cheguei por conta própria
a mando de ninguém, não senhor
percebi que sua voz calma
falava sobre amor
olha, seu moço
nas andanças de minh'alma
cicatrizes de dor
não estou amando não senhor
peço ao moço bonito
que envie logo o meu amor
nem carece ser belo
já que a tanto espero
nem precisa ter fama
apenas que me beije
e diga que me ama.


(Marisa Vieira)

2 comentários:

Rita Costa disse...

Oi, querida.
Obrigada pela presença lá no Almna de Poesia.
Fico feliz que tenha gostado dos versos viu.:)
Volte sempre e parabéns mais uma vez por esse espaço encantador, tão bem recheado de poesia. Beijinhos

Cris de Souza disse...

Fazes do singelo, beleza.
Poeta das sutilezas e grandezas.